Portal Financeiro
Você não está logado.
Para se logar, registre-se no site da ADVFN e clique no LOGIN

chegou a encostar nos 70 mil pontos nos últimos dias, termina a semana sem conseguir romper essa barreira técnica. O indicador terminou com desvalorização de 0,78% aos 69.341 pontos. Na semana e no mês, contudo, houve avanço de 0,72% e 4,27%, respectivamente. O movimento financeiro do dia ficou em R$ 5,82 bilhões.

Indicadores opostos vindos dos Estados Unidos e a ausência de direção em Nova York esfriaram a motivação para as ordens de compra no pregão de sexta-feira, vésperad de vencimento de opções sobre ações.

No front econômico, as vendas no varejo americano registraram avanço de 0,3% em fevereiro, ante janeiro, superando as projeções que apontavam alta de 0,1%.

Na contramão, o índice de confiança do consumidor norte-americano (Michigan Sentiment), medido pela Universidade de Michigan, mostrou 72,5 pontos em março, contra expectativa de 73,7 pontos.

Ainda do lado negativo, os estoques no atacado nos Estados Unidos ficaram praticamente estáveis em janeiro ao atingir US$ 1,301 bilhão, na comparação com o mês anterior. As estimativas do mercado eram de um avanço de 0,1%.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1 de setembro a 30 de dezembro), Petrobras PN (PETR4) subiu 0,24% a R$ 37,14; Vale PNA (VALE5) perdeu 0,49% a R$ 46,45; Itaú Unibanco PN (ITUB4) recuou 1,61% a R$ 37,39; BM&FBovespa ON (BVMF3) cedeu 1,01% R$ 11,79 e Bradesco PN (BBDC4) caiu 1,03%, a R$ 31,82.

Cabe lembrar que o último dia de horário diferenciado para a bolsa acaba nesta sexta-feira. A partir de segunda-feira (15), o mercado volta a operar das 10h às 17h.

Bolsas de NY

Após uma abertura em alta, as Bolsas de Valores dos Estados Unidos inverteram direção logo na primeira etapa dos negócios, quando dados mostraram uma queda inesperada da confiança dos consumidores norte-americanos.

O Michigan Consumer Sentiment Index (MCSI) registrou 72,5 pontos em março. O índice ficou abaixo do projetado pelo mercado, que apontava para um avanço de 73,7 pontos. O indicador também veio abaixo do apurado em fereveiro, que foi de 73,6 pontos.

Em contrapartida, as vendas no varejo nos Estados Unidos registraram avanço de 0,3% em fevereiro, ante janeiro, superando as projeções que apontavam alta de 0,1%. Sem o item automóveis, que são considerados voláteis, o varejo norte-americano vendeu 0,8% a mais em fevereiro, ante alta de 0,6% em janeiro.

Ao final do pregão, o índice industrial Dow Jones subiu 0,12% aos 10.624 pontos. O S&P 500 perdeu 0,03% para 1.149 pontos. Enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq fechou em baixa de 0,03% aos 2.367 pontos.

Bolsas da Europa

As bolsas de valores da Europa terminaram o pregão de hoje com valorização, impulsionadas por dados positivos sobre as vendas no varejo nos Estados Unidos. Além disso, o aumento na produção industrial na zona do euro ( 16 países que adotam o euro como moeda única) também contribuiu para animar os investidores no último pregão da semana.

Em Londres, o índice FTSE-100 apresentou elevação de 0,15% aos 5.625 pontos. As ações dos bancos lideraram a alta do indicador, com Royal Bank of Scotland (RBS) e Lloyds avançando 5,06% e 3,68% respectivamente.

Em Frankfurt, o índice DAX-30 ganhou 0,28%, aos 5.945 pontos. Hoje foi divulgado que a indústria da Alemanha cresceu 1,6% entre dezembro e janeiro deste ano.

Já em Paris, o CAC-40 registou leve recuo de 0,04% para 3.927 pontos, depois de passar a maior parte da sessão em terreno positivo. Na França, a produção industrial avançou 1,5% em janeiro na comparação com o mês anterior.

Em Milão, o índice FTSE MIB subiu 0,11% para 22.565 pontos e em Madri, o Ibex-35 valorizou 0,29% aos 11.077 pontos, com destaque para os papéis da Iberia Linhas Aéreas, que avançaram 3,35%.

Entre os principais indicadores do dia, as vendas no varejo dos EUA registraram avanço de 0,3% em fevereiro, ante janeiro, superando as projeções que apontavam alta de 0,1%. No Velho Continente, a produção industrial na zona do euro surpreendeu e subiu 1,7% entre dezembro e janeiro, mais do que o dobro das expectativas.

Bolsas da Ásia

O índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou a maior queda da região, cedendo 1,24% de para 3.013 pontos. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng caiu 0,09% aos 21.209 pontos.

12 de março de 2010 – A maioria dos mercados acionários da Ásia encerrou a última sessão da semana com desvalorização, à medida em que aumentaram as preocupações sobre um novo aperto monetário na China, depois da alta da inflação no país divulgada ontem.

Assim, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou a maior queda da região, cedendo 1,24% de para 3.013 pontos. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng caiu 0,09% aos 21.209 pontos, puxado pelas ações do setor bancário.

Em Taiwan, o referencial TSEC weighted index terminou praticamente estável. O índice apresentou leve baixa de 0,02% aos 7.748 pontos. Na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, também terminou quase sem alterações, com leve desvalorização de 0,01% aos 17.166 pontos.

Na contramão dos demais mercados, a bolsa de Tóquio fechou o dia com ganhos, no maior nível desde o dia 21 de janeiro. O índice Nikkei 225 avançou 0,81% para 10.751 pontos, com as ações de empresas exportadoras liderando a ponta de compras.

Seguindo o otimismo de Tóquio, o índice Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, terminou com alta de 0,37% aos 1.662 pontos, com forte entrada de capital estrangeiro.

Petróleo

As cotações de petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira (12) após indicadores dos EUA apontarem uma retração da confiança dos consumidores norte-americanos.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 79,39, caindo de 0,11% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 81,24 por barril, com queda de 0,10% frente ao fechamento anterior.

Dólar

Mesmo diante do clima instável nos mercados, o dólar comercial manteve-se no campo negativo durante toda a sexta-feira (12), fechando com queda de 0,34% e cotado a R$ 1,764 na venda. Com essa nova desvalorização – a quarta consecutiva -, a moeda atingiu uma nova mínima, sendo agora o menor patamar desde o último dia 13 de janeiro, dia no qual ela encerrou os negócios valendo R$ 1,761.

Terminando quatro das cinco sessões dessa semana no vermelho, a divisa norte-americana acumulou nesse período uma variação negativa de 1,23%, acentuando o declínio totalizado em março, que chega agora a 2,49%. A trajetória em 2010, no entanto, continua positiva, tendo a moeda avançado 1,31% desde o começo do ano.

(com informações do Infomoney e Último Instante)

Gráficos

Segunda-feira é vencimento de opções, neste dia vale mais a “briga entre comprados e vendidos” do que a análise gráfica, por repetidas vezes ressaltamos que próximo ao vencimento de opções os ativos apresentam comportamento errático.

Só para relembrar o pregão começa mais cedo na segunda (10:00h).

Curso em São Caetano do Sul

Corram, poucas vagas disponíveis, preço sensacional: R$ 160,00 !!!!!
Acessem o link para nosso site:
www.smarttraders.com.br

IBOV tem discreta queda de 0,14% aos 69.884 pontos. Contudo, o indicador já acumula ganhos de 2,05% na semana. O movimento financeiro do dia foi de R$ 5,85 bilhões.

Após dois pregões consecutivos em valorização, os investidores encontraram no avanço da inflação chinesa e no resultado dos pedidos de auxílio desemprego dos Estados Unidos, uma brecha para embolsar os lucros na Bolsa de Valores de São Paulo.

Na noite de ontem, o Instituto Nacional de Estatística da China informou que Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) na China subiu 2,7% em fevereiro deste ano ante mesmo mês do ano anterior. De janeiro para fevereiro o índice subiu 1,2 ponto percentual.

Os investidores avaliam o dado com preocupação, porque para muitos o resultado é um sinalizador do aperto monetário no gigante asiático. “Para mim o aumento é positivo, porque significa que a economia está aquecida. Isso só mostra que a economia de países emergentes está apresentando uma recuperação sólida”, avalia Oltramari.

Nos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio desemprego (initial claims) caiu em 6 mil para 462 mil na semana encerrada em 6 de março. Apesar da queda, o número ficou ainda um pouco acima do esperado pelo mercado, que projetava 460 mil novas solicitações.

No mercado doméstico, a economia registrou crescimento de 4,3% no quarto trimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior. Em relação ao trimestre anterior, a economia cresceu 2%. No acumulado de 2009 frente a igual intervalo de 2008, o PIB recuou 0,2%.

De volta ao Ibovespa, dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1 de setembro a 30 de dezembro), Petrobras PN (PETR4) subiu 0,14% a R$ 37,05; Vale PNA (VALE5) recuou 0,81% a R$ 46,68; Itaú Unibanco PN (ITUB4) ganhou 0,26% a R$ 38,00; BM&FBovespa ON (BVMF3) teve queda de 0,67% a R$ 11,91 e Bradesco PN (BBDC4) avançou 0,53%, a R$ 32,15.

Ainda dentro o índice, OGX ON liderou os ganhos, com valorização de 4,64% a R$ 17,80; seguida por Braskem PNA, que avançou 3,42% a R$ 13,30. Fora da festa, as units da ALL perderam 2,49% a R$ 16,47 e Gafisa ON recuou 2,11% a R$ 13,95.

Bolsas de NY

Após operarem em baixa durante toda a sessão, as bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta quinta-feira após a declaração do executivo do Citigroup, Vikram Pandit, dar conta de que o banco está em um caminho de ” rentabilidade sustentada”. Tal declaração fez com que o mau humor dos investidores ficasse de lado diante dos dados do mercado de trabalho piores que o esperado e dos avanços na inflação chinesa que podem procovar aperto no crédito em uma das maiores economias do mundo.

Ao final do pregão, o índice industrial Dow Jones subiu 0,42% aos 10.611 pontos. O S&P 500 ganhou 0,40% para 1.150 pontos. Enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq avançou 0,40% aos 2.368 pontos.

Na agenda econômica o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos mostrou hoje que o número de pedidos de auxílio desemprego (initial claims) caiu em 6 mil para 462 mil na semana encerrada em 6 de março. Contudo, apesar da queda, o número ficou um pouco acima do projetado pelo mercado: 460 mil novas solicitações.

Já a inflação da China, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), subiu 2,7% em fevereiro ante mesmo mês do ano anterior, para o maior patamar em 16 meses. A alta ficou acima das expectativas do mercado.

Ainda por lá, foi divulgado que as vendas no varejo somaram 2,505 trilhões de yuans (US$ 366,8 bilhões) em janeiro e fevereiro, o que representa uma alta de 17,9% de aumento sobre o ano anterior. O número ficou um pouco abaixo da estimativa do mercado de 18,7%.

Bolsas da Europa

As principais bolsas de valores europeias fecharam o dia com sinais negativos, influenciadas pelos números da economia chinesa divulgados nesta quinta-feira. O medo de um novo aperto monetário causado pelo aumento da inflação do Gigante Asiático provocou aversão ao risco entre os investidores, que preferiram manter cautela se desfazendo de posições.

As principais quedas ficaram por conta dos papéis do setor financeiro, com os bancos Standard Chartered, HSBC, Barclays, BNP Paribas e Société Générale cedendo entre 0,6% e 1,8%

A inflação da China, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês), subiu 2,7% em fevereiro ante mesmo mês do ano anterior, para o maior patamar em 16 meses. A alta ficou acima das expectativas do mercado.

Ainda por lá, foi divulgado que as vendas no varejo somaram 2,505 trilhões de yuans (US$ 366,8 bilhões) em janeiro e fevereiro, o que representa uma alta de 17,9% de aumento sobre o ano anterior. O número ficou um pouco abaixo da estimativa do mercado de 18,7%.

Além disso, dados da economia norte-americana também ficaram abaixo do previsto, influenciando o desempenho do mercado. O número de pedidos de auxílio desemprego (initial claims) caiu para 462 mil na semana encerrada em 6 de março. Apesar da queda, o número ficou ainda um pouco acima do esperado (460 mil novas solicitações).

Assim, o índice FTSE-100, da Bolsa de Londres, apresentou baixa de 0,41% aos 5.617 pontos. As ações das mineradoras ideraram as perdas devido às preocupações com a economia da China, grande importadora de metais. Rio Tinto e Xstrata caíram 2,21% e 1,86% na mesma ordem

Em Frankfurt, o índice DAX-30 caiu 0,14% aos 5.928 pontos e em Paris, o CAC 40 perdeu 0,37% para 3.928 pontos, puxado pelos papéis dos bancos.

Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,68% aos 11.045 pontos e em Milão, o FTSE MIB desvalorizou 0,43% para 22.540 pontos.

Bolsas da Ásia

As principais bolsas de valores da Ásia encerraram o pregão desta quinta-feira em direções opostas, com parte dos mercados terminando com leve alta, na esteira das bolsas de Wall Srteet, enquanto a outra parte caiu influenciada pelos números da inflação chinesa divulgados hoje.

Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou leve alta de 0,08% aos 3.051 pontos. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng também apresentou leve alta de 0,09% aos 21.228 pontos. O aumento de 2,7% da inflação na China em fevereiro preocupou os investidores sobre um novo aperto monetário e diminuiu o apetite por risco na região.

No Japão, o Índice Nikkei 225 avançou 0,96% para 10.664 pontos, puxado pela valorização das empresas exportadoras depois da queda do iene. Em Taiwan, o referencial TSEC weighted index caiu 0,38% aos 7.749 pontos, também sob influência do aumento dos preços na China.

Na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, ganhou 0,41% aos 17.167 pontos e na Coreia do Sul, o indicador Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, cedeu 0,34% aos 1.656 pontos.

Petróleo

As cotações de petróleo fecharam com leve queda nesta quinta-feira (11), refletindo a preocupação dos investidores com os indicadores econômicos da China e dos EUA.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 80,28, caindo de 0,24% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 82,11 por barril, com alta de 0,02% frente ao fechamento anterior.

Dólar

Mesmo diante do clima instável nos mercados, o dólar comercial seguiu em trajetória negativa durante a tarde, após chegar a registrar ganhos de manhã, e fechou em queda pela terceira sessão consecutiva nesta quinta-feira (11), sendo cotado na venda a R$ 1,77 – queda de 0,28%.

Assim, a moeda superou a mínima vista na véspera, sendo agora a menor cotação alcançada desde 18 de janeiro deste ano, quando terminou os negócios valendo R$ 1,767.

(Com dados do Infomoney e Último Instante)

Gráficos

Proximidade com o vencimento de opções (próxima segunda-feira),torna o comportamento dos ativos um tanto errático, mesmo assim segue nossa análise.

IBOV e as blue chips VALE e PETRO operando bem esticadas e próximas à BB superior.

IBOV que chegou a superar a marca dos 70 mil pontos, fechou com alta de 0,58% aos 69.979 pontos. O movimento financeiro somou R$ 8,17 bilhões.A dispersão nas Bolsas de Nova York e a queda nas ações da Vale, contudo, limitaram os ganhos do Ibovespa nesta quarta-feira.

Vale PNA (VALE5) terminou o dia com desvalorização de 1,28% a R$ 47,06. Para o analista da corretora Socopa, Osmar Camilo, os papéis tem realizado um grande rally nos últimos dias. Além disso, o exercício de opções, que acontece na próxima segunda-feira (15), também pode estar pressionando os papéis.

A criação de um órgão regulador do segmento de mineração, anunciada ontem (9), chama a atenção dos agentes. Por outro lado, Kelly lembra que outro ponto de forte especulação é o possível reajuste no preço do minério de ferro, que pode chegar até 90%, “e que é um ponto positivo para as mineradoras”.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1 de setembro a 30 de dezembro), Petrobras PN (PETR4) subiu 1,37% a R$ 37,00; Itaú Unibanco PN (ITUB4) teve alta de 0,85%, a R$ 38,06; BM&FBovespa ON (BVMF3) ganhou 1,18% a R$ 11,99 e Bradesco PN (BBDC4) apresentou elevação de 0,35%, a R$ 32,98.

Ainda dentro do Ibovespa, MRV ON despontou entre as maiores altas do dia, subindo 5,81% a R$ 13,65; seguida por Brasil Telecom PN, que avançou 5,45% a R$ 13,15. Na ponta vendedora, JOB ON recuou 3,33% a R$ 9,29 e Bradespar PN caiu 2,67% a R$ 41,90.

No front econômico, os estoques totais da indústria nos Estados Unidos ( Business Inventories) surpreenderam o mercado ao caírem 0,2% em janeiro na comparação com dezembro de 2009. A projeção era de um incremento de 0,2% nos estoques na comparação mensal.

O Departamento do Tesouro norte-americano contabilizou um déficit de US$ 220,9 bilhões em fevereiro, resultado maior que a expectativa dos especialistas: um saldo negativo de US$ 202,08 bilhões.

Para amanhã, os dados sobre a produção industrial e vendas no varejo da China, anunciados na madrugada desta quarta-feira, devem movimentar os negócios por aqui.

(dados do portal Último Instante)

Gráficos

IBOV superou a barreira dos 70.000 mas acabou fechando abaixo da forte resistência.

Lembramos que segunda-feira próxima já é vencimento de opções e na proximidade desta data os ativos começam a apresentar comportamentos erráticos.

Acreditamos em grande movimento especulativo com ações da VALE, principalmente com relação aos ajustes do minério de ferro.

IBOV fecha o pregão com valorização de 1,46%, aos 69.576 pontos, patamar perdido em janeiro deste ano. O movimento financeiro contabilizou R$ 10 bilhões, apesar de uma sessão sem vencimento de opção e índice, realmente um volume excepcional !!!!

Mesmo diante de uma agenda econômica vazia, a Bolsa de Valores de São Paulo se manteve firme em terreno positivo, puxada por ações do setor de commodities, principalmente, Petrobras e CSN.

Agora fica a expectativa pela divulgação de dados da economia chinesa, que serão divulgados amanhã (10) a noite.

Entre as blue chips ligadas ao segmento de commodities, Petrobras PN (PETR4) subiu 2,66% a R$ 36,65 e Vale PNA (VALE5) valorizou 1,42% a R$ 47,88.

Destaque também para as ações ON da CSN (CSN3) que fecharam o dia com ganhos de 3,93%, a R$ 66,41. Hoje pela manhã, o presidente- executivo da CSN, Benjamin Steinbruch, informou que a empresa pretende dar início ao projeto de abertura de capital de alguns de seus principais negócios. O setor de mineração da companhia, representado pela Casa de Pedra, deve ser o primeiro a abrir capital. “O mercado estava esperando o processo de IPO da Casa de Pedra há alguns anos e o anúncio trouxe ânimo ao investidor”, ressalta o analista da Leme Investimentos, João Pedro Brugger.

Sob rumores de um reajuste de até 80% nos preços do minério de ferro, os papéis ON da Usiminas (USIM3) avançaram 4,04%, a R$ 56,90. Os títulos ON da Gerdau (GGBR3) tiveram alta de 0,76%, a R$ 21,10.

Ainda na ponta compradora, Klabin PN terminou com valorização de 5,26% a R$ 5,20 e TIM ON com alta de 5,12% a R$ 7,80. Do outro lado, B2W Varejo ON recuou 1,16% a R$ 40,17 e Ambev PN recuou 0,62% a R$ 170,53.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1 de setembro a 30 de dezembro) Itaú Unibanco PN (ITUB4) subiu 1,34%, a R$ 37,78; BM&FBovespa ON (BVMF3) registrou ganhos de 0,59% a R$ 11,84 e Bradesco PN (BBDC4) apresentou elevação de 0,79% a R$ 31,90.

Bolsas de NY

Embora tenham fechado em ligeira alta nesta terça-feira, os principais índices das Bolsas de Valores dos Estados Unidos foram influenciados pelas ações dos setores de telecomunicação e indústria, diante de uma agenda fraca de indicadores.

Ao final do pregão, o índice industrial Dow Jones subiu 0,11% aos 10.564 pontos. O S&P 500 ganhou 0,17% para 1.140 pontos. Enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq avançou 0,36% aos 2.340 pontos.

Por lá, o grande destaque do dia foi o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro grego, George Papandreou. Os líderes se reuniram nesta terça-feira na Casa Branca para analisar, entre outras coisas, a crise orçamentária do país europeu. Eles irao abordar “seu compromisso partilhado com a reforma financeira e a recuperação econômica”. Papandreu, que se encontra em Washington desde domingo, deve explicar a Obama as medidas que seu Governo se comprometeu a adotar para reduzir o déficit fiscal de seu país.

Na agenda econômica, foi anunciado apenas que o índice que mede o otimismo econômico nos Estados Unidos caiu 1,4 ponto em março em relação a fevereiro (ou 3%) para 45,4 pontos, informou o Investor’s Business Daily (IBD) em parceria com o TechnoMetrica Market (TIPP).

Bolsas da Europa

As principais bolsas de valores da Europa fecharam a sessão desta terça-feira com sinais variados, em um dia em que os os investidores tiveram poucos dados econômicos para se basearem. As ações de empresas de mineração e do setor bancário foram responsáveis por grande parte das perdas, compensadas pelos ganhos das companhias farmacêuticas.

Em Londres, o índice FTSE-100 apresentou leve desvalorização de 0,08% aos 5.602 pontos, com as ações do Royal Bank of Scotland (RBS) e Lloyds perdendo 1,24% e 0,88% respectivamente. As mineradoras também influenciaram na queda do índice, puxadas pela desvalorização dos metais. Anglo American, BHP Billiton e Rio Tinto cederam entre 0,3% e 0,7%.

Hoje foi divulgada a balança comercial do Reino Unido, que registrou déficit de 3,8 bilhões de libras esterlinas (US$ 5,6 bilhões) em janeiro, ante resultado negativo de 2,6 bilhões de libras esterlinas (US$ 3,8 bilhões) em dezembro.

Em Paris, o CAC 40 teve alta de 0,17% aos 3.910 pontos. O índice poderia ter valorizado mais, não fossem as perdas dos bancos Societe Generale (-1,49%) e Credit Agricole (-1,41%). Os papeis das montadoras também se desvalorizaram, com Renault caindo 0,91%.

Em Frankfurt, o índice DAX-30 avançou os mesmos 0,17% para 5.885 pontos, depois de passar grande parte da sessão em terreno negativo. Em Madri, o Ibex 35 recuou 0,68% aos 11.002 pontos, também puxado pelos bancos e em Milão, o índice FTSE MIB caiu 0,19% para 22.355 pontos.

Bolsas da Ásia

A maioria das bolsas de valores da Ásia terminou os negócios desta terça-feira com leve valorização, em linha com o fechamento do mercado norte-americano na véspera. As exceções foram as bolsas de Tóquio, que caiu puxada pelos papéis das siderúrgicas e empresas exportadoras, e a da Índia, que também sucumbiu à realização de lucros após registrar ontem o maior nível desde o dia 20 de janeiro.

Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, avançou 0,52% para 3.069 pontos, impulsionado pelos papéis de mineradoras e imobiliárias. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng registrou leve alta de 0,05% aos 21.207 pontos.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, fechou em alta de 0,05% aos 1.660 pontos. Este foi o terceiro dia consecutivo de valorização do índice sul-coreano. Em Taiwan, o referencial TSEC weighted index ganhou 0,11% aos 7.770 pontos.

As bolsas da Índia e do Japão foram na contramão dos demais mercados hoje. Em Tóquio, o índice Nikkei 225 caiu 0,17% aos 10.567 pontos, puxado pelas ações da Fugitsu, que caíram 3,87% e na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, cedeu 0,29% aos 17.052 pontos.

Petróleo

Em uma sessão com poucos indicadores relevantes, as cotações de petróleo fecharam em queda nesta terça-feira (9), conforme investidores acompanharam as oscilações de outros mercados para definirem suas posições.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 79,91, com queda de 0,53% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 81,49 por barril, representando uma retração de 0,46% frente ao fechamento anterior.

Dólar

Em mais uma sessão marcada pela ausência de indicadores econômicos relevantes na agenda internacional, o dólar comercial, que atuou durante a maior parte do dia no campo positivo, inverteu sua trajetória no final da sessão, acompanhando a melhora no humor dos investidores, e fechou esta terça-feira (9) em queda de 0,22%, sendo cotado na venda a R$ 1,782.

Por aqui, o Banco Central voltou a realizar seus leilões de compra de dólares no mercado cambial à vista. A operação ocorreu entre as 15h33 e as 15h43 (horário de Brasília), com uma taxa de corte aceita em R$ 1,7894.

Ainda no front doméstico, novos índices inflacionários voltaram a alimentar especulações sobre uma possível elevação no juro básico brasileiro na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), agendada para os dias 16 e 17 desse mês. Nesta sessão, o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor – Fipe) referente à primeira quadrissemana de março apontou uma alta nos preços de 0,61%.

(com dados do Infomoney e Último Instante)

Gráficos

Hoje o que nos saltou aos olhos foi o expressivo volume de negócios no IBOV, principalmente com relação à PETRO.

Podemos notar também que o índice e as blue chips VALE e PETRO furaram a Banda de Bollinger superior e estão bem sobrecompradas no estocástico.

Em dia com agenda morna IBOV tem pequena queda de 0,39% aos 68.575 pontos. O giro financeiro somou R$ 6,15 bilhões.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1 de setembro a 30 de dezembro), Petrobras PN (PETR4) caiu 0,14% a R$ 35,76; Vale PNA (VALE5) perdeu 0,27% a R$ 47,22; Itaú Unibanco PN (ITUB4) terminou estável a R$ 37,30; BM&FBovespa ON (BVMF3) recuou 2,16% a R$ 11,78 e Bradesco PN (BBDC4) desvalorizou 0,94%, a R$ 31,65.

Limitando as perdas do índice, as units da ALL subiram 4,39% a R$ 16,89; e os papéis ON da SDN ganharam 2,60% a R$ 63,90. Na outra ponta, CCR ON cedeu 3,59% a R$ 37,55; e MRV ON registrou perdas de 2,78 a R$ 37,55.

A estreante BR Properties (BRPR3) terminou a sessão em baixa de 2,31% a R$ 12,70.

Destaque negativo também para as ações da Laep (MILK11), dona da Parmalat, recuaram 22,5% a R$ 1,24, após a JBS negar interesse em ingressar no mercado de leite UHT (longa vida).

Bolsas de NY

Mesmo operando sob forte volatilidade e bem próximos à estabilidade, os principais índices acionários norte-americanos atuaram por grande parte do dia no campo positivo. Contudo, nas últimas horas de negociações, as principais blue chips da bolsa do país perderam suas forças e fizeram com que o Dow Jones e o S&P 500 terminassem o pregão desta segunda-feira (8) em queda, contrariando a trajetória ascendente vista no Nasdaq.

Diante de uma agenda sem indicadores relevantes, os investidores não tiveram nenhuma referência que pudesse impulsionar os mercados, contribuindo assim para que os índices operassem durante toda a sessão bem próximos da pontuação registrada na última sexta-feira. Com a pauta econômica vazia, o noticiário corporativo ganhou o foco principal em Wall Street.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, fechou em leve alta de 0,25% a 2.332 pontos, acumulando no ano alta de 2,78%.

O S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, encerrou o pregão estável atingindo 1.139 pontos e subindo 2,10% no ano, enquanto o Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, apresentou queda de 0,13% chegando a 10.553 pontos e acumulando no ano alta de 1,19%.

Bolsas da Europa

As principais bolsas de valores europeias encerraram o primeiro dia da semana com sinais variados, com parte dos mercados caindo puxados por motivos locais e a outra ainda animada com os dados do mercado de trabalho norte-americanos e o abrandamento das preocupações sobre a dívida da Grécia.

Em Londres, o índice FTSE-100 valorizou 0,12% aos 5.606 pontos, com o ganho das mineradoras e petrolíferas compensando o recuo dos papéis da farmacêutica AstraZeneca, que cederam 1,42% após testes de um medicamento contra o câncer terem fracassado.

Na Alemanha, o índice DAX-30, da Bolsa de Frankfurt, perdeu 0,02%, aos 5.875 pontos. Por lá, foi divulgado hoje que a produção industrial subiu 0,6% em janeiro ante o mês anterior, recuperando a queda de 1% registrada em dezembro. O número veio abaixo das expectativas dos analistas, que projetavam alta de 1,2%.

Em Paris, o CAC-40 recuou 0,18% para 3.903 pontos, com destaque para as ações do banco Societe Generale, que caíram 1,43%. Na ponta compradora, as ações do BNP Paribas avançaram 0,76%.

Em Milão, o índice FTSE MIB teve alta de 0,54% para 22.398 pontos e em Madri, o Ibex 35 avançou pela sétima vez consecutiva. O principal indicador da bolsa espanhola ganhou 0,53% aos 11.078 pontos, puxado novamente pelo setor bancário. Os papéis do Banco de Sabadell valorizaram 3,41%, enquanto as ações do Banco Popular Espanol e do Santander subiram 1,17% e 0,34% respectivamente.

Entre os poucos indicadores do dia no Velho Continente, o índice de confiança dos investidores na zona do euro subiu de -8,5 em fevereiro para -7,5 pontos no mês de março, segundo o instituto Sentix.

Bolsas da Ásia

As bolsas de valores do continente asiático encerraram o primeiro pregão da semana com valorização, impulsionados pelos dados do mercado de trabalho norte-americano divulgados na última sexta-feira, que indicam uma recuperação da maior economia do planeta. Os números do payroll mostraram que os EUA perderam 36 mil empregos em fevereiro, bem melhor do que as expectativas, que apontavam queda entre 50 mil e 100 mil vagas.

Assim, os índices de ações da Ásia refletiram a melhora e terminaram em alta o primeiro pregão após a divulgação dos dados. No Japão, o Nikkei 225 registrou 2,09% de valorização aos 10.585 pontos, maior nível em cinco semanas.

Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, avançou 0,73% para 3.053 pontos. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng registrou alta de 1,97% aos 21.196 pontos, com destaque para as ações do Banco da China, que avançaram 3,05%.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, subiu 1,56% aos 1.660 pontos, a máxima em seis semanas. Em Taiwan, o referencial TSEC weighted index avançou 1,25% aos 7.762 pontos, maior nível desde o dia 25 de janeiro, e na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, subiu 0,64% aos 17.102 pontos.

Petróleo

Em dia com poucos indicadores no cenário internacional, as cotações dos contratos futuros de petróleo negociados em Londres e Nova York se apoiaram em dados já divulgados e na movimentação de outros mercados para fecharem com leve alta nesta segunda-feira (8).

A proximidade da reunião da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) também influenciou os negócios desta sessão.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 80,34, com alta de 0,56% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 81,87 por barril, representando um avanço de 0,45% frente ao fechamento anterior.

Dólar

Após atuar no campo negativo durante a manhã – chegando a registrar desvalorização de 1% -, o dólar comercial foi ganhando forças durante a tarde, operando em alta até os instantes finais de negociação. Contudo, ao final do dia, essa trajetória foi perdendo forças e a moeda terminou esta segunda-feira (8) com a mesma cotação de fechamento da sessão anterior – R$ 1,786 na venda.

Sem indicadores relevantes na agenda econômica internacional, os investidores analisaram os eventos da economia doméstica. O Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado cambial à vista. A operação ocorreu entre as 15h29 e as 15h39 (horário de Brasília), com uma taxa de corte aceita em R$ 1,7894.

(com informações do Infomoney e Último Instante)

Gráficos

Hoje optamos apenas pelo gráfico do IBOV.

Próxima Página »