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análise técnica


IBOV fecha a sessão com leve baixa de 0,04% aos 69.697 pontos. Trata-se da segunda queda consecutiva. O movimento financeiro foi de R$ 5,66 bilhões. Os temores quanto ao sistema bancário norte-americano e a situação da Grécia voltaram a azedar as operações na Bolsa de Valores de São Paulo.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 4 de janeiro a 30 de abril), Petrobras PN (PETR4) caiu 0,35% a R$ 37,02; Vale PNA (VALE5) perdeu 0,73% a R$ 47,30; Itaú Unibanco PN (ITUB4) desvalorizou 0,8% a R$ 37,20; BM&FBovespa ON (BVMF3) subiu 2,48% a R$ 11,57 e Bradesco PN (BBDC4) recuou 0,19% a R$ 31,69.

Bolsas de NY

O mercado acionário dos Estados Unidos encerrou sem direção definida nesta quinta-feira depois de oscilar durante todo o pregão diante de indicadores opostos.

Ao final do pregão, o índice industrial Dow Jones subiu 0,42% aos 10.779 pontos. Trata-se da oitava alta consecutiva. Já o S&P 500 perdeu 0,03% para 1.165 pontos, enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq ganhou 0,09% aos 2.391 pontos.

Por lá, o Departamento do Trabalho norte-americano informou que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 2,1% em fevereiro ante mesmo mês do ano anterior, um pouco abaixo das expectativas dos analistas de 2,3%. Em relação ao mês anterior, a taxa ficou estável. O núcleo do índice, que exclui alimentos e energia, considerados voláteis, avançou 1,3% em fevereiro de 2010 ante mesmo mês de 2009, após ter subido 0,2% em janeiro.

Por outro lado, a atividade industrial na região da Filadélfia se mostra fortalecida. Segundo o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) da região, o índice de manufatura registrou 18,9 pontos em março, ante uma leitura revisada de 17,6 na medição de fevereiro. O dado veio acima do consenso do mercado, que esperava um número de 18 pontos.

Bolsas Europeias

As bolsas europeias encerraram em queda a sessão desta quinta-feira, com os mercados voltando a repercutir os problemas fiscais da Grécia. Hoje, o primeiro ministro do país, Yorgos Papandreu, pediu aos líderes da União Europeia que aprovem um mecanismo de ajuda financeira que permita o financiamento da dívida grega a taxas de juros similares às do resto da zona do euro.

Os índices do Velho Continente foram puxados pela desvalorização das ações dos bancos e de empresas de mineração, que realizaram lucros após as recentes altas. No setor financeiro, as ações do Barclays, Royal Bank of Scotland (RBS) e Lloyds cederam entre 1,80% e 3,6%. Entre as mineradoras, Xstrata e Rio Tinto recuaram 1% e 1,06% na mesma ordem, na esteira da desvalorização dos metais.

Em Londres, o índice FTSE-100 apresentou leve baixa de 0,04% aos 5.642 pontos. Por lá, os investidores também analisaram a notícia de que a dívida pública do Reino Unido fechou o mês de fevereiro em 12,4 bilhões de libras esterlinas (US$ 18,9 bilhões), quase o triplo da registrada em janeiro – 4,3 bilhões de libras (US$ 6,5 bilhões). A soma foi inferior à calculada pelos analistas.

Em Frankfurt, o índice DAX-30 cedeu 0,20%, aos 6.012 pontos. Já em Paris, o CAC 40 desvalorizou 0,50% para 3.938 pontos, também sob influência dos bancos. Em Madri, o índice Ibex 35 desvalorizou 0,84% aos 11.073 pontos e em Milão, o FTSE MIB caiu 0,51% para 22.785 pontos.

Entre os indicadores mais importantes do dia, o número de pedidos de auxílio desemprego (initial claims) nos Estados Unidos caiu em 5 mil para 457 mil na semana encerrada em 13 de março. Apesar da queda, o número ficou um pouco acima do esperado pelo mercado, que projetava 455 mil novas solicitações.

Ainda nos EUA, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) apresentou alta de 2,1% em fevereiro ante mesmo mês do ano anterior, já com ajustes sazonais. O número veio um pouco abaixo das expectativas dos analistas de 2,3%. Em relação ao mês anterior, a taxa ficou estável.

Bolsas da Ásia

A maioria das bolsas de valores asiáticas terminou a sessão desta quinta-feira com perdas, depois de registrarem altas acentuadas na véspera. Os principais índices do continente foram puxados por fatores locais e pela realização dos lucros do dia anterior.

Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou 0,14% de baixa aos 3.046 pontos, sob influência do bancos, que mais uma vez apresentaram desvalorização com os rumores de um novo aperto na política monetária do país. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng caiu 0,25% aos 21.330 pontos, puxado pelos papéis do setor de energia.

No Japão, o índice Nikkei 225 cedeu 0,95% aos 10.744 pontos, com as ações de tecnologia figurando entre as principais quedas. Na Coreia do Sul, o índice Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, fechou em baixa de 0,46% aos 1.675 pontos.

Na contramão dos demais mercados, a bolsa de Taiwan fechou com ganhos, impulsionada pela forte entrada de capital estrangeiro. O referencial TSEC weighted index avançou 0,49% para 7.886 pontos. Na mesma linha, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, subiu 0,17% aos 17.519 pontos

Petróleo

As cotações de petróleo fecharam com leve queda nesta quinta-feira (18), conforme o dólar se fortaleceu frente às divisas internacionais e potências ocidentais pressionaram membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) a aumentarem sua produção de óleo bruto.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 81,48, caindo 0,58% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 82,20 por barril, um queda 0,88% frente ao fechamento anterior.

Dólar

Após ter fechado a sessão anterior com leve queda, o dólar comercial apresentou uma sólida trajetória positiva nesta quinta-feira (18), fechando com forte alta de 1,25%, sendo cotado na venda a R$ 1,787.

Juros Futuros

Após oscilações marcadas pela expectativa em relação à decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), os contratos de juros futuros encerraram a sessão desta quinta-feira (18) com fortes quedas, especialmente no curto prazo. O movimento é reflexo da decisão da autoridade monetária pela manutenção da Selic em 8,75% ao ano, apesar de três membros terem votado pela elevação da taxa em 0,5 ponto percentual.

O contrato com vencimento em abril de 2010 continuou a apresentar maior número de negociações no mercado de juros futuros, com 3.144.405 contratos, embora nas negociações desta quinta o volume tenha sido expressivo e distribuído entre outros vencimentos .

Na sessão de quarta-feira, o segmento BM&F atingiu o recorde histórico de contratos negociados com a marca de 5.716.789. Também foi recorde o número de contratos futuros de DI, com 4.544.750 contratos negociados. Desse volume, cerca de 2,6 milhões devem-se ao contrato de vencimento em abril de 2010.

(Com dados do Infomoney e Último Instante)

Gráficos

Hoje vamos postar o gráfico do IBOV e ao invés dos habituais gráficos de PETRO e VALE estaremos analisando JBS (JBSS3).

JBS se encontra em situação gráfica bastante interessante, formou um doji após o Marubozu que rompeu a BB inferior, pode estar marcando um fundo !!!! As BBs estão bem abertas indicando muita volatilidade, na possível formação de um candle de reversão podemos ter um bom trade, é para ficar observando !!!!!

Mais uma vez salientamos que nossas análises são estudos gráficos e não sugestões de compra e venda, nos eximimos de eventuais prejuízos decorrentes da compra e venda de ativos com base em nossos estudos.

Fiquem atentos em nosso blog, em breve teremos um curso em São Paulo, os leitores do PCTEDESCO terão um desconto !!!!! As condições serão realmente especiais !!!!

SELIC

Hoje o mercado ficou em compasso de espera pela divulgação da taxa SELIC pelo COPOM, então segue primeiramente informação sobre a manutenção da taxa em 8,75%:

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu manter a taxa básica de juros (Selic) em 8,75% ao ano. Trata-se do quinto anúncio consecutivo de manutenção. Esta é a segunda reunião do colegiado em 2010. A primeira ocorreu entre os dias 26 e 27 de janeiro.

O BC divulgou nota afirmando que “avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 8,75% a.a., sem viés, por cinco votos a favor e três votos pela elevação da taxa Selic em 0,5 p.p. O Comitê irá monitorar atentamente a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”.

Na primeira reunião do comitê no ano passado, em janeiro, a Selic foi reduzida de 13,75% ao ano para 12,75% ao ano. Em março, caiu para 11,25% ao ano, com nova redução em abril para 10,25%. Em junho houve um novo corte de 1 ponto percentual para 9,25% ao ano e em julho o comitê reduziu o ritmo, com uma queda de 0,5 ponto percentual para 8,75% ao ano. A taxa vem sendo mantida desde então neste patamar.

Agora vamos falar sobre o IBOV:

IBOV cai 0,31% aos 69.723 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 5,41 bilhões.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 4 de janeiro a 30 de abril), Petrobras PN (PETR4) recuou 0,16% a R$ 37,15; Vale PNA (VALE5) caiu 0,38% a R$ 47,65; Itaú Unibanco PN (ITUB4) desvalorizou 0,92% a R$ 37,50; BM&FBovespa ON (BVMF3) cedeu 2,42% a R$ 11,29 e Bradesco PN (BBDC4) tinha queda de 0,87%, a R$ 31,75.

Ainda dentro do índice, Fibria ON liderou a ponta compradora, com ganhos de 5,8% a R$ 39,20; seguida por Eletrobras PNB, com alta de 2,43% a R$ 33,29. Fora da festa, JBS ON registrou perdas de 4,07% a R4 8,25; e Gafisa ON teve decréscimo de 2,99% a R$ 13,00.

Entre os indicadores econômicos de peso, o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos caiu 0,6% em fevereiro, ante janeiro superando as expectativas que apontavam para uma queda de 0,2%. A queda foi a primeira em cinco meses.

Enquanto o número de solicitações de financiamentos hipotecários nos Estados Unidos recuou de 1,9% na semana encerrada dia 12 de março, ante o mesmo período da semana anterior, já com ajustes sazonais. O Índice de Refinanciamento também caiu 1,7% em relação à semana anterior.

Bolsas de NY

As Bolsas de Valores dos Estados Unidos encerraram a sessão desta quarta-feira no azul, ainda influenciadas com o o anúncio de ontem do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de prorrogar as baixas taxas de juros por um período prolongado.

Ao final da sessão, o índice industrial Dow Jones teve alta de 0,45% aos 10.733 pontos. O S&P 500 subiu 0,58% para 1.166 pontos. Enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq avançou 0,47% aos 2.389 pontos.

As ordens de compra foram impulsionadas também por um recuo maior que o esperado no preços aos produtores em fevereiro, reforçando a pouca pressão da inflação sobre a economia e, por consequência, a manutenção do juro em um nível excepcionalmente baixo.

O Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) norte-americano caiu 0,6% em fevereiro, ante janeiro superando as expectativas que apontavam para uma queda de 0,2%. A queda de fevereiro foi a primeira em cinco meses.

Ainda por lá, o número de solicitações de financiamentos hipotecários nos Estados Unidos recuou de 1,9% na semana encerrada dia 12 de março, ante o mesmo período da semana anterior, já com ajustes sazonais. Quando comparado com o mesmo período da semana anterior e, sem ajuste sazonal, o índice declinou 1,7%.

Bolsas da Europa

As principais bolsas de valores europeias terminaram esta quarta-feira com valorização, influenciadas pela decisão do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de manter a taxa de juros entre zero e 0,25% ao ano. O anúncio foi feito ontem, após o encerramento dos mercados no Velho Continente, e trouxe de volta o apetite por riscos dos investidores.

Além disso, o arrefecimento dos temores em relação a um novo aperto da política monetária na China, aliado à alta dos preços dos metais, impulsionou a valorização das empresas de mineração. As ações da Rio Tinto e Xstrata ganharam 1,76% e 1,50% respectivamente e conduziram o índice FTSE-100, da Bolsa de Valores de Londres, para uma alta de 0,43% aos 5.644 pontos.

Ainda no Reino Unido, os investidores também repercutiram a notícia de que o índice de desemprego ficou praticamente estável nos três meses encerrados em janeiro, a 7,8%, na comparação com o período outubro-dezembro.

Em Frankfurt, o índice DAX-30 valorizou 0,89%, aos 6.024 pontos. Em Paris, o CAC 40 subiu 0,48% aos 3.957 pontos sob influência do setor bancário. As ações do banco Societe Generale ganharam 2,16%, enquanto os papéis do Credit Agricole e BNP Paribas avançaram 1,13% e 0,42% na mesma ordem.

Em Madri, o índice Ibex 35 registrou alta de 0,97% aos 11.166 pontos e em Milão, o FTSE MIB ganhou 1,25% para 22.902 pontos.

Entre os principais indicadores do dia, o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos caiu 0,6% em fevereiro, ante janeiro superando as estimativas que apontavam redução de 0,2%. Apesar disso, o núcleo do índice registrou alta de 0,1%, em linha com as expectativas de mercado.

Bolsas da Ásia

As principais bolsas asiáticas terminaram a sessão de hoje com ganhos elevados, na esteira da valorização dos índices de Wall Street na véspera. Os mercados foram influenciados pela decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de manter a taxa de juros entre zero e 0,25% ao ano.

Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou 1,93% de alta aos 3.050 pontos, puxado pelos papéis das empresas seguradoras. Em Hong Kong indicador o Hang Seng se recuperou de três quedas consecutivas e avançou 1,72% para 21.384 pontos.

No Japão, o índice Nikkei 225 subiu 1,17% aos 10.846 pontos, o maior nível desde o dia 21 de janeiro, com destaque para as ações da empresa de mineração Mitsui, que avançaram quase 6%. Por lá, o Banco do Japão (BOJ) decidiu hoje manter as taxas de juros no nível de 0,1% e anunciou mais medidas de relaxamento monetário para lutar contra a deflação, principal ameaça para a recuperação econômica japonesa.

Em Taiwan, o referencial TSEC weighted index registrou alta de 1,98% aos 7.847 pontos. Na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, ganhou 0,61% aos 17.490 pontos e na Coreia do Sul, o índice Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, fechou com 2,11% de valorização aos 1.682 pontos.

Petróleo

As cotações de petróleo se aproximaram de sua máxima anual, de US$ 83,18 na Nymex, nesta quarta-feira (17), influenciadas pela decisão da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e a sinalização de elevação da demanda nos EUA, o maior consumidor internacional do produto.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 81,96, com alta de 3,49% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 82,93 por barril, subindo 1,39% frente ao fechamento anterior.

Dólar

Invertendo a trajetória vista na sessão anterior, o dólar comercial fechou esta quarta-feira (17) com queda de 0,11%, sendo cotado na venda a R$ 1,765.

Gráficos

Optamos por não postar nenhum estudo gráfico hoje, o mercado estava em compasso de espera pela divulgação da SELIC.

IBOV após três sessões de quedas tem dia positivo, o pregão de hoje fechou com alta de 1,33% aos 69.942 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,18 bilhões.

O arrefecimento dos temores em relação ao problema fiscal grego aliado aos sinais de manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos por um período prolongado alimentou o apetite por risco dos investidores ao redor do globo, em um dia de bom humor mundial.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 4 de janeiro a 30 de abril), Petrobras PN (PETR4) ganhou 1,03% a R$ 37,15; Vale PNA (VALE5) subiu 2,42% a R$ 47,83; Itaú Unibanco PN (ITUB4) avançou 0,64% a R$ 37,85; BM&FBovespa ON (BVMF3) caiu 0,52% a R$ 11,59 e Bradesco PN (BBDC4) apresentou elevação de 0,88%, a R$ 32,03.

O Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, mais uma vez decidiu manter a taxa de juros inalterada num intervalo entre zero e 0,25%, sinalizando que os níveis excepcionalmente baixos devem continuar por um “período prolongado”. A autoridade monetária disse ainda que a atividade ecônomica continuou se fortalecendo e que o mercado de trabalho está se estabilizando, contudo, a recuperação da economia deve ser “moderada por um tempo”.

Mais cedo, a agência classificadora de risco Standard & Poor’s manteve a nota de dívida de longo prazo da Grécia em “BBB+” e de curto prazo em “A-2”, retirando a ameaça de corte imediato do rating ao país. Os analistas da S&P consideram que o pacote total apresentado pelo governo grego de redução do déficit é “apropriado para alcançar o objetivo fiscal de 2010”.

Para Mora, os mercados viveram um dia de “lua de mel”, numa jornada de notícias “muito positivas”. O operador lembra ainda que os estrangeiros injetaram R$ 2,05 bilhões na Bovespa do dia 1º ao dia 12 de março, mostra do retorno dos agentes aos ativos de risco.

Ainda no campo econômico, as construções de novas residências nos Estados Unidos (housing starts) caíram 5,9% em fevereiro ante janeiro para 575 mil novas casas. Apesar da queda, o volume é superior ao esperado pelo mercado que estimava 570 mil novas casas.

Enquanto o Índice de Preços de Importação norte-americano recuou 0,3% em fevereiro ante o mês anterior. Esta é a primeira queda desde julho. A estimativa dos especialistas apontava para um decréscimo de 0,2%.

Bolsas de NY

As Bolsas de Valores dos Estados Unidos encerraram a sessão desta terça-feira com ganhos após o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) sinalizar aumento no ritmo da recuperação econômica do país ao anunciar que manterá a taxa básica de juros numa banda entre zero e 0,25% “por um período prolongado”.

Ao final da sessão, o índice industrial Dow Jones teve alta de 0,41% aos 10.686 pontos. O S&P 500 subiu 0,78% para 1.159 pontos. Enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq avançou 0,67% aos 2.378 pontos.

Por lá o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) do Fed afirmou que os juros devem se manter em “níveis excepcionalmente baixos por um período prolongado”, devido as condições econômicas, com baixas taxas de utilização de recursos e tendências de inflação controlada.

Na agenda econômica, as construções de novas residências nos Estados Unidos (housing starts), apesar de caírem 5,9% em fevereiro ante janeiro para 575 mil novas casas, também vieram acima das expectativas que apontavam 570 mil novas casas. As licenças para construir (Building Permits) somaram 612 mil, taxa anual ajustada sazonalmente e acima do previsto pelos especialistas (610 mil).

Ajudou a acalmar os ânimos dos investidores a notícia de que a Standard & Poor´s manterá a nota de dívida de longo prazo da Grécia em “BBB+” e de curto prazo em “A-2”, retirando a ameaça de corte imediato do rating ao país. Porém, a S&P colocou o país sob perspectiva “negativa”, uma vez que ainda há incertezas em relação à capacidade do governo concretizar o programa de redução do déficit público.

Bolsas Europeias

Após abrirem a semana em desvalorização, os mercados acionários do continente europeu tomaram fôlego com investidores mais aliviados em relação ao déficit da Grécia.

Entre os destaques positivos, as ações do Deutsche Bank avançaram mais de 2,5% em Frankfurt, enquanto as do BNP Paribas subiram 2,3%, em Paris.

Nesta terça-feira, a agência manteve a nota de dívida de longo prazo da Grécia em “BBB+” e retirou a ameaça de corte imediato do rating ao país, colocando a perspectiva em “negativa”.

Os analistas da S&P consideram que o pacote total apresentado pelo governo grego de redução do déficit é “apropriado para alcançar o objetivo fiscal de 2010” e por isso, o “rating” da dívida a longo prazo foi mantido. A nota de classificação da dívida de curto prazo também se manteve em “A-2”.

No front econômico, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) na zona do euro registrou alta de 0,9% em fevereiro ante mesmo mês do ano anterior. Já na comparação com janeiro o CPI subiu 0,3% em fevereiro de 2010. Os resultados vieram em linha com as estimativas do mercado tanto na comparação anual quanto na mensal.

Ainda na agenda do dia, o indicador de sentimento econômico ZEW na zona do euro, que mede as expectativas dos especialistas do mercado financeiro, mostrou arrefecimento em março, passando de 40,2 pontos em fevereiro para 37,9 pontos este mês. O resultado ficou um pouco abaixo da expectativa do mercado que apostava em 38,5 pontos.

Dentre os principais indicadores europeus, o índice FTSE-100, da Bolsa de Londres subiu 0,48% aos 5.620 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 1,23% para 3.938 pontos. O madrilenho Ibex 35 avançou 0,93% aos 11.059 pontos. Enquanto, o FTSE MIB, da Bolsa de Milão, teve alta de 1,1% para 22.619 pontos. Na Alemanha, o índice DAX-30 valorizou 1,14%, aos 5.970 pontos.

Bolsas Asiáticas

As principais bolsas de valores asiáticas terminaram a sessão de hoje com sinais diferentes, com os investidores à espera da decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) sobre a taxa de juros nos Estados Unidos. Enquanto alguns mercados avançaram impulsionadoas por fatores locais, outros andaram de lado no aguardo da decisão do comitê norte-americano.

Depois de sofrer duas quedas consecutivas, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou 0,53% de valorização aos 2.992 pontos, à medida que as procupações sobre o aperto monetário na China deram uma trégua. Já em Hong Kong, o indicador Hang Seng perdeu 0,27% aos 21.022 pontos, puxado novamente pelas ações do setor financeiro.

No Japão, o índice Nikkei 225 caiu 0,28% para 10.751 pontos, com as ações das montadoras e empresas de tecnologia liderendo as perdas do dia. Em Taiwan, o referencial TSEC weighted index avançou 0,80% aos 7.605 pontos, depois de amargar três quedas na sequência.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, fechou com 0,09% de desvalorização aos 1.648 pontos, à espera da decisão do FOMC e na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, ganhou 1,27% aos 17.383 pontos.

Petróleo

As cotações de petróleo fecharam em alta nesta terça-feira (16), após investidores mostrarem animação com a manutenção dos juros nos EUA e com a perspectiva de manutenção dos atuais patamares de produção da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 79,19, com alta de 1,66% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 81,79 por barril, subindo 2,49% frente ao fechamento anterior.

Dólar

O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7650 na compra e R$ 1,7670 na venda, alta de 0,17% em relação ao fechamento anterior.

Apesar desta alta, o dólar acumula desvalorização de 2,32% em março, frente à queda de 4,13% registrada no mês passado. No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 1,48%.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril encerrou o dia cotado a R$ 1.770, leve alta em relação ao fechamento da última segunda-feira, de R$ 1,769. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, fechou em alta, atingindo R$ 1.783 frente à R$ 1.779 do fechamento da véspera.

O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F Bovespa, registrava R$ 1,7670000.

Por fim, o FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 1,09% para maio de 2010, estável em relação ao que foi visto no último fechamento.

Juros

Neste primeiro dia de reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), o mercado de juros futuros encerrou em alta na BM&F Bovespa, na espera pela decisão sobre a política monetária do País, que será divulgada após o pregão de quarta-feira (17).

Com 1,6 milhão de negócios nesta terça-feira (16), o papel de abril de 2010 é novamente o contrato mais negociado da sessão, uma tendência que vem se repetindo nos últimos dias – um claro sinal de antecipação à decisão do BC.

Por aqui, os analistas esperam que a autoridade monetária mantenha a taxa básica de juros, como aponta a compilação de análises feita pelo relatório Focus, do Banco Central. No entanto, não são poucos os que acreditam que o Copom poderia elevar a Selic já nessa reunião, em resposta às crescentes pressões inflacionárias e à conjuntura econômica interna positiva.

(Com dados do Infomoney e Último Instante)

Gráficos

IBOV encerrou a primeira jornada da semana com queda de 0,46%, aos 69.023 pontos. O giro financeiro somou R$ 10,63 bilhões, dos quais R$ 5,03 bilhões são referentes ao vencimento de opções.

Os temores cada vez mais iminentes sobre o aperto monetário chinês e a espera das decisões de juros no Brasil e Estados Unidos enfraqueceram os negócios na Bolsa de Valores de São Paulo em uma sessão marcada pelo vencimento de opções sobre ações.

Na última quinta-feira, o gigante asiático anunciou um aumento inesperado na inflação, o que por consequência pode levar a uma alta na taxa de juros por lá. “A preocupação dos investidores é sobre possível desaquecimento econômico, que a China deixe de comprar. Isso para nós seria muito ruim”, avalia Galdi.

Mais cedo, um comunicado divulgado pela agência de classificação de risco Moody´s também impactou as negociações. De acordo com a agência norte-americana, os ratings AAA dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França estão seguros, mas com riscos crescentes.

Na agenda do dia, a atividade industrial medida da região de Nova York registrou queda de 2 pontos no mês de março, passando de 24,9 em fevereiro para 22,9 pontos na última verificação. Apesar da queda, o indicador ficou acima das projeções, que previam redução para 20 pontos. Ainda nos EUA, a produção industrial subiu 0,1% em fevereiro – em linha com o que o mercado esperava – após ganho de 0,9% em janeiro.

De volta ao Ibovespa, dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 4 de janeiro a 30 de abril), Petrobras PN (PETR4) caiu 0,78% a R$ 36,77; Vale PNA (VALE5) ganhou 0,56% a R$ 46,67; Itaú Unibanco PN (ITUB4) avançou 0,56% a R$ 37,60; BM&FBovespa ON (BVMF3) perdeu 1,02% R$ 11,66 e Bradesco PN (BBDC4) recuou 0,22%, a R$ 31,75.

(Mariana Mandrote – www.ultimoinstante.com.br)

Gráficos:

chegou a encostar nos 70 mil pontos nos últimos dias, termina a semana sem conseguir romper essa barreira técnica. O indicador terminou com desvalorização de 0,78% aos 69.341 pontos. Na semana e no mês, contudo, houve avanço de 0,72% e 4,27%, respectivamente. O movimento financeiro do dia ficou em R$ 5,82 bilhões.

Indicadores opostos vindos dos Estados Unidos e a ausência de direção em Nova York esfriaram a motivação para as ordens de compra no pregão de sexta-feira, vésperad de vencimento de opções sobre ações.

No front econômico, as vendas no varejo americano registraram avanço de 0,3% em fevereiro, ante janeiro, superando as projeções que apontavam alta de 0,1%.

Na contramão, o índice de confiança do consumidor norte-americano (Michigan Sentiment), medido pela Universidade de Michigan, mostrou 72,5 pontos em março, contra expectativa de 73,7 pontos.

Ainda do lado negativo, os estoques no atacado nos Estados Unidos ficaram praticamente estáveis em janeiro ao atingir US$ 1,301 bilhão, na comparação com o mês anterior. As estimativas do mercado eram de um avanço de 0,1%.

Dentre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 1 de setembro a 30 de dezembro), Petrobras PN (PETR4) subiu 0,24% a R$ 37,14; Vale PNA (VALE5) perdeu 0,49% a R$ 46,45; Itaú Unibanco PN (ITUB4) recuou 1,61% a R$ 37,39; BM&FBovespa ON (BVMF3) cedeu 1,01% R$ 11,79 e Bradesco PN (BBDC4) caiu 1,03%, a R$ 31,82.

Cabe lembrar que o último dia de horário diferenciado para a bolsa acaba nesta sexta-feira. A partir de segunda-feira (15), o mercado volta a operar das 10h às 17h.

Bolsas de NY

Após uma abertura em alta, as Bolsas de Valores dos Estados Unidos inverteram direção logo na primeira etapa dos negócios, quando dados mostraram uma queda inesperada da confiança dos consumidores norte-americanos.

O Michigan Consumer Sentiment Index (MCSI) registrou 72,5 pontos em março. O índice ficou abaixo do projetado pelo mercado, que apontava para um avanço de 73,7 pontos. O indicador também veio abaixo do apurado em fereveiro, que foi de 73,6 pontos.

Em contrapartida, as vendas no varejo nos Estados Unidos registraram avanço de 0,3% em fevereiro, ante janeiro, superando as projeções que apontavam alta de 0,1%. Sem o item automóveis, que são considerados voláteis, o varejo norte-americano vendeu 0,8% a mais em fevereiro, ante alta de 0,6% em janeiro.

Ao final do pregão, o índice industrial Dow Jones subiu 0,12% aos 10.624 pontos. O S&P 500 perdeu 0,03% para 1.149 pontos. Enquanto a bolsa eletrônica Nasdaq fechou em baixa de 0,03% aos 2.367 pontos.

Bolsas da Europa

As bolsas de valores da Europa terminaram o pregão de hoje com valorização, impulsionadas por dados positivos sobre as vendas no varejo nos Estados Unidos. Além disso, o aumento na produção industrial na zona do euro ( 16 países que adotam o euro como moeda única) também contribuiu para animar os investidores no último pregão da semana.

Em Londres, o índice FTSE-100 apresentou elevação de 0,15% aos 5.625 pontos. As ações dos bancos lideraram a alta do indicador, com Royal Bank of Scotland (RBS) e Lloyds avançando 5,06% e 3,68% respectivamente.

Em Frankfurt, o índice DAX-30 ganhou 0,28%, aos 5.945 pontos. Hoje foi divulgado que a indústria da Alemanha cresceu 1,6% entre dezembro e janeiro deste ano.

Já em Paris, o CAC-40 registou leve recuo de 0,04% para 3.927 pontos, depois de passar a maior parte da sessão em terreno positivo. Na França, a produção industrial avançou 1,5% em janeiro na comparação com o mês anterior.

Em Milão, o índice FTSE MIB subiu 0,11% para 22.565 pontos e em Madri, o Ibex-35 valorizou 0,29% aos 11.077 pontos, com destaque para os papéis da Iberia Linhas Aéreas, que avançaram 3,35%.

Entre os principais indicadores do dia, as vendas no varejo dos EUA registraram avanço de 0,3% em fevereiro, ante janeiro, superando as projeções que apontavam alta de 0,1%. No Velho Continente, a produção industrial na zona do euro surpreendeu e subiu 1,7% entre dezembro e janeiro, mais do que o dobro das expectativas.

Bolsas da Ásia

O índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou a maior queda da região, cedendo 1,24% de para 3.013 pontos. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng caiu 0,09% aos 21.209 pontos.

12 de março de 2010 – A maioria dos mercados acionários da Ásia encerrou a última sessão da semana com desvalorização, à medida em que aumentaram as preocupações sobre um novo aperto monetário na China, depois da alta da inflação no país divulgada ontem.

Assim, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, registrou a maior queda da região, cedendo 1,24% de para 3.013 pontos. Em Hong Kong, o indicador Hang Seng caiu 0,09% aos 21.209 pontos, puxado pelas ações do setor bancário.

Em Taiwan, o referencial TSEC weighted index terminou praticamente estável. O índice apresentou leve baixa de 0,02% aos 7.748 pontos. Na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, também terminou quase sem alterações, com leve desvalorização de 0,01% aos 17.166 pontos.

Na contramão dos demais mercados, a bolsa de Tóquio fechou o dia com ganhos, no maior nível desde o dia 21 de janeiro. O índice Nikkei 225 avançou 0,81% para 10.751 pontos, com as ações de empresas exportadoras liderando a ponta de compras.

Seguindo o otimismo de Tóquio, o índice Kospi, da Bolsa de Valores de Seul, terminou com alta de 0,37% aos 1.662 pontos, com forte entrada de capital estrangeiro.

Petróleo

As cotações de petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira (12) após indicadores dos EUA apontarem uma retração da confiança dos consumidores norte-americanos.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 79,39, caindo de 0,11% em relação ao último fechamento. Enquanto isso, o contrato de maior liquidez no mercado de Nova York, com vencimento em abril, fechou cotado a US$ 81,24 por barril, com queda de 0,10% frente ao fechamento anterior.

Dólar

Mesmo diante do clima instável nos mercados, o dólar comercial manteve-se no campo negativo durante toda a sexta-feira (12), fechando com queda de 0,34% e cotado a R$ 1,764 na venda. Com essa nova desvalorização – a quarta consecutiva -, a moeda atingiu uma nova mínima, sendo agora o menor patamar desde o último dia 13 de janeiro, dia no qual ela encerrou os negócios valendo R$ 1,761.

Terminando quatro das cinco sessões dessa semana no vermelho, a divisa norte-americana acumulou nesse período uma variação negativa de 1,23%, acentuando o declínio totalizado em março, que chega agora a 2,49%. A trajetória em 2010, no entanto, continua positiva, tendo a moeda avançado 1,31% desde o começo do ano.

(com informações do Infomoney e Último Instante)

Gráficos

Segunda-feira é vencimento de opções, neste dia vale mais a “briga entre comprados e vendidos” do que a análise gráfica, por repetidas vezes ressaltamos que próximo ao vencimento de opções os ativos apresentam comportamento errático.

Só para relembrar o pregão começa mais cedo na segunda (10:00h).

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