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Como não temos pregão no Brasil ficamos analisando os mercados internacionais…

Vejam que mineradoras e commodities “bombaram” na Europa

Bolsas europeias fecham em alta, puxadas por indicadores positivos nos EUA

Por: Equipe InfoMoney
02/11/09 - 16h10
InfoMoney

SÃO PAULO - As principais bolsas europeias encerraram em alta nesta segunda-feira (2), avaliando dados positivos divulgados nos Estados Unidos e beneficiadas pelo avanço dos preços das commodities, que impulsionaram as ações das empresas de energia.

Destaque também para os papéis do setor financeiro, que conseguiram diluir as perdas registradas pelos bancos RBS (Royal Bank of Scotland) e Lloyds, de modo que encerram o dia no campo positivo.

Indicadores

O Constructor Spending, que traz os gastos com construção civil nos Estados Unidos, marcou alta de 0,8% no mês de setembro, enquanto o mercado projeta recuo de 0,2%.

O ISM Index, que traz o nível de atividade industrial nos EUA, registrou 55,7 pontos em outubro, ante o consenso do mercado de 53 pontos. O Pending Home Sales, com a venda de casas existentes no país, também surpreendeu e subiu 6,1% em setembro, quando o mercado esperava que não houvesse crescimento.

Setor financeiro
O Reino Unido deverá anunciar ainda nesta semana planos para adquirir até £ 30 bilhões em ações dos bancos Lloyds e RBS. Além disso, há sinalizações de que a União Europeia pode forçar o RBS a vender mais ativos do que o planejado. Com isso, as ações do banco encerraram em queda de 7,80%, a maior desvalorização no índice FTSE 100. Os papéis do Lloyds, por sua vez, caíram 2,33%.

Ainda assim, a maioria dos bancos registrou ganhos no pregão. O HSBC viu suas ações subirem 2,42%, enquanto as do Barclays se valorizaram 2,48%.

Em Paris, os papéis do BNP Paribas (3,32%), Credit Agricole (2,02%) e Société Générale (0,46%) avançaram. Já em Frankfurt, Commerzbank e Deutsche Bank encerraram em alta de 1,20% e 0,50%, respectivamente.

Mineradoras e commodities

O setor de energia e de matéria-prima foi um dos que mais se valorizou neste pregão, com o preço do petróleo e do ouro em alta. Em Londres, quatro das cinco maiores valorizações no índice FTSE 100 eram de empresas de matéria-prima: Eurasian Natural (5,46%), Vedanta Resource (4,97%), Lomnin (4,92%) e Kazakhmys (4,50%).

As mineradoras também viram suas ações se valorizarem no primeiro pregão de novembro. Os papéis da Rio Tinto subiram 4,46%, enquanto os da Xstrata avançaram 4,42%.

Cotações de fechamento
O índice FTSE 100 da bolsa de Londres apresentou valorização de 1,02% a 5.096 pontos, acumulando no ano forte alta de 14,93% enquanto o CAC 40 da bolsa de Paris operou em alta de 0,88% atingindo 3.639 pontos e sua variação no ano acumula forte alta de 13,10%.

A Bolsa de Frankfurt, apresentou uma leve alta de 0,29% , atingindo 5.431 pontos, acumulando uma forte valorização de 12,90%.

Em minhas leituras diárias me deparei com o seguinte artigo no Infomoney, achei interessante compartilhar com os seguidores do blog.

Para quem quiser ver o artigo no infomoney segue o link

LINK ARTIGO INFOMONEY

Rumo à renda variável: quatro razões para montar um clube de investimentos

Por: Flávia Furlan Nunes
21/04/09 - 10h38
InfoMoney

SÃO PAULO - Embora seja crescente o número de pessoas que saem da renda fixa para investir na variável, muitas ainda encontram dificuldades nessa transição. Por isso, uma das opções viáveis são os clubes de investimento.

“Podemos definir um clube de investimentos como um grupo de pessoas que se associam para investir no mercado de ações. É possível criar um novo clube ou ingressar em um grupo já formado. Eles são indicados principalmente para investidores pessoas físicas que querem aprender a investir em ações e a gerenciar a própria carteira”, explicou o diretor comercial da corretora de valores SLW, Robson Domingues Queiroz.

Clubes
O diretor comercial apontou quatro razões para o investidor montar um clube:

1. Aprender a negociar no mercado de ações: o clube de investimento é uma alternativa para quem quer se iniciar no mercado de ações, mas não sabe como isso funciona. Com baixos valores de investimento, é possível dividir o risco, diversificar os investimentos e aprender a operar;

2. Dividir a responsabilidade das decisões: a principal dúvida do investidor é como escolher as ações, o que causa muita insegurança. A formação de um clube ajuda a dividir essa responsabilidade com um grupo de amigos ou familiares, por exemplo. Dessa forma, a discussão fica mais ampla;

3. Ter acesso a lotes de ações diferenciados: em grupo, o valor total disponível para o investimento cresce, por isso, é possível buscar lotes diferenciados de ações, o que não seria possível se cada um fizesse as operações separadamente;

4. Taxas de administração menores: a gestão do clube é simples, feita pelos próprios investidores, com auxílio da corretora de valores. Considerando uma estrutura menor, os custos com administração também são menores, o que significa mais dinheiro para o cotista.

Fundo x clube
Ao sair da renda fixa para a variável, muitas pessoas ficam em dúvida se alocam seus recursos para um clube ou fundo de investimento.

De acordo com o diretor da Spinelli Corretora, Manuel Lois, o clube de investimento se aplica a um grupo de pessoas conhecidas. Elas se reúnem, se conhecem e têm uma visão de investimento parecida, por isso, alocam os recursos da maneira que acreditam ser a mais adequada. Podem ser de três a 150 pessoas. “Quem se adequa às pessoas é o clube. No fundo, são pessoas com diferentes perfis que têm de se habituar ao fundo”, explicou o diretor.

A outra diferença citada por ele é mais administrativa. Enquanto o fundo de investimento tem custos de manutenção, assembleias e estrutura jurídica mais complexa, o clube é registrado em cartório e mais simples, portanto, com custos mais baixos.