Dom 15 Nov 2009
Estudo para 16 de Novembro (vencimento de opções)
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Dom 15 Nov 2009
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Sáb 14 Nov 2009
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IBOV reage e fecha em alta de 1,36% aos 65.325 pontos, o giro financeiro foi de R$ 6,677 Bi.
No mês, a elevação atinge 6,14% e, no ano, 73,97%. Hoje, o índice registrou 64.229 pontos na mínima do dia (-0,34%) e 65.788 na máxima (+2,08%).
As ações PNA da Vale, assim como ontem, lideraram o giro financeiro, com R$ 1,094 bilhão. Os papéis da mineradora foram beneficiados pelo relatório divulgado ontem pelo Citi que informava que a primeira rodada de negociações sobre o preço do minério em 2010 já começou. Segundo o analista Alexander Hacking, os produtores do insumo estão pedindo aumentos de 30% a 35%.
Além do relatório, os metais também fecharam, na sua maioria, em alta, ajudando os papéis a subir. As ações da mineradora, assim como as da Petrobras, ainda foram beneficiadas pelo vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira, com os investidores já se antecipando ao exercício. Vale ON avançou 1,74% e PNA, 1,23%.
Petrobras não teve um incentivo do petróleo, que, entretanto, também não atrapalhou, ao registrar recuo. O contrato para dezembro terminou em baixa de 0,77%, a US$ 76,35 o barril. As ações, no entanto, voltaram a precificar o balanço trimestral que foi divulgado após o fechamento do mercado, hoje. Petrobras ON, +0,94%, e PN, +0,76%.
Ontem à noite, a estatal informou que os resultados da perfuração do quarto poço na área do Plano de Avaliação de Tupi reforçam as estimativas do potencial de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo leve e gás natural recuperável nos reservatórios do pré-sal daquela área, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos.
Dentre os últimos números trimestrais conhecidos, BRF Brasil Foods anunciou seu primeiro resultado consolidado com a Sadia. A empresa registrou lucro líquido de R$ 211 milhões no terceiro trimestre deste ano, revertendo prejuízo de R$ 1,633 bilhão no mesmo período de 2008. Os papéis ON caíram 4,18%.
A maior alta do Ibovespa foi registrada pela Cyrela (+6,28% a ON), puxada pelo lucro líquido recorde no terceiro trimestre de 2009, de R$ 264,103 milhões, um aumento de 239% ante os R$ 77,899 milhões de igual período de 2008.
Petrobrás
A Petrobras (PETR3, PETR4), maior empresa brasileira em valor de mercado, registrou um lucro líquido de R$ 7,303 bilhões no terceiro trimestre de 2009, montante 26% inferior ao reportado no mesmo período de 2008.
No acumulado de janeiro a setembro, o lucro líquido consolidado chegou a R$ 20,853 bilhões, o que reflete “a redução dos preços de vendas, as perdas cambiais sobre os ativos no exterior, a despesa extraordinária com participação especial e o benefício fiscal sobre juros sobre capital próprio”, de acordo com a estatal.
Na comparação com os números do segundo trimestre de 2009, os resultados da companhia mostraram avanço das receitas, que passaram de R$ 44,6 bilhões no segundo quarto do ano para R$ 47,8 bilhões entre julho e setembro deste ano. Por outro lado, o Ebitda declinou de R$ 17,5 bilhões para R$ 13,9 bilhões na passagem trimestral.
Bolsas de NY
Os principais índices acionários dos EUA fecharam em alta, impulsionados por resultados corporativos mais fortes que o previsto e por previsões positivas de empresas do setor de varejo sobre o setor de consumo. Às 19h03 (de Brasília), com dados de fechamento preliminares, o Dow Jones subia 0,72%, para 10.270 pontos, puxado pelo avanço de componentes como a Walt Disney (+4,92%), que ontem apresentou crescimento de 18% no lucro do quarto trimestre fiscal em relação a igual período do ano passado, superando as previsões de analistas. O Nasdaq ganhava 0,88%, para 2.167 pontos, enquanto o S&P 500 tinha alta de 0,57%, para 1.093 pontos.
As ações da Goodyear subiam 4,15% depois de terem seu grau de recomendação elevado para “comprar”, de “neutro”, pelo Goldman Sachs. As varejistas Abercrombie & Fitch e a J.C. Penney avançavam respectivamente 10,88% e 6,50% após ambas apresentarem resultados trimestrais mais fortes que o esperado.
Bolsas Européias
Os principais índices das Bolsas europeias fecharam o dia em alta, com exceção da Bolsa de Paris, que recuou 0,05%, para 3.806,01 pontos. O índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 subiu 0,5%, para 247,80 pontos. Em Londres, o índice FT-100 encerrou o dia em alta de 0,38%, aos 5.296,38 pontos, enquanto o Dax, de Frankfurt, avançou 0,40%, para 5.686,83 pontos. O Ibex-35, da Bolsa de Madri, subiu 0,27%, para 11.867 pontos.
Petróleo
As cotações de petróleo fecharam em queda pelo segundo dia consecutivo nesta sexta-feira (13), conforme investidores avaliavam dados da economia norte-americana divulgados durante o dia.
A cotação do barril de petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, encerrou a US$ 75,55, queda de 0,61% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em dezembro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, encerrou a US$ 76,35 por barril, caindo 0,76%.
Dólar
No mercado cambial, o dólar interrompeu uma sequência de três pregões de alta e fechou a sexta-feira em patamares negativos, devolvendo parte dos ganhos acumulados ao longo da semana. A moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$ 1,722 para venda, em queda de 0,97% frente ao real. Com do recuo de hoje, o dólar acumula perdas de 1,37% no mês.
(Com informações da Agência Estado e Infomoney)
Sex 13 Nov 2009
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IBOV tem pregão com forte queda, despencou 2,99% aos 64.447 pontos, o giro financeiro foi de R$ 8,081 Bi.
Uma das fontes de pressão foi a notícia de que os estoques de petróleo nos Estados Unidos subiram inesperadamente na semana passada, o que empurrou ladeira abaixo a cotação do produto. Ato contínuo, a ação preferencial da Petrobras caiu 2%, para R$ 36,85.
A recuperação do dólar frente às principais moedas globais catalisou o movimento da queda das matérias-primas, que atingiu também os metais, pesando em companhias como as siderúrgicas e a Vale, que viu sua ação preferencial recuar 4,1%, a R$ 40,60.
Bolsas de NY
Depois dos índices Dow Jones e S&P 500 alcançarem suas pontuações máximas dos últimos treze meses na véspera, as bolsas norte-americanas fecharam esta quinta-feira (12) em queda. Ganhos no setor tecnológico e Initial Claims melhor que o esperado até que tentaram melhorar os ânimos dos investidores, mas o movimento de realização de ganhos prevaleceu nesta sessão.
O índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, fechou em baixa de 1,03% a 1.087 pontos, acumulando no ano forte alta de 20,37%.
O Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, encerrou o pregão em desvalorização de 0,91%, após seis altas consecutivas, atingindo 10.197 pontos e subindo 16,19% no ano, enquanto o Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, apresentou queda de 0,83% chegando a 2.149 pontos e acumulando no ano forte alta de 36,27%.
Bolsas da Europa
As Bolsas europeias fecharam o dia em direções divergentes. Em Londres, o índice FT-100 subiu 0,19%. Em Paris, o índice CAC-40 recuou 0,17%, , enquanto o índice Dax-30, de Frankfurt, caiu 0,08%. Em Madri, o índice Ibex-35 avançou 0,28%.
Petróleo
As cotações de petróleo fecharam em queda nesta quinta-feira (12), após o relatório do governo norte-americano apontar um avanço nos estoques de óleo bruto do país.
A cotação do barril de petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, encerrou a US$ 76,02, queda de 2,47% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em dezembro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, encerrou a US$ 76,94 por barril, caindo 2,95%.
Dólar
No mercado cambial, o dólar fechou o pregão desta quinta-feira em alta pelo terceiro dia consecutivo. A moeda norte-americana encerrou cotada a R$ 1,739 para venda, em valorização de 0,98% frente ao real. Ontem, o dólar havia fechado a R$ 1,722, em alta de 0,29%.
A nova medida cambial tomada pelo Banco Central . As alterações de regras - exigência de registro de todos os contratos de empréstimo feitos no exterior que tenham cláusulas associadas a derivativos financeiros - parecem visar somente a transparência do sistema, melhorando a segurança, mas os especialistas ainda avaliam o quanto isso pode ou não interferir no volume de negócios.
(Com informações da Reuters, Infomoney e da Agência Estado)
Gráficos
Hoje tivemos um pregão de realização.
Os gráficos dos principais ativos formaram configuração de topo e iniciaram o movimento corretivo, que pode ser forte devido ao grande volume no pregão.
Lembramos que amanhã é véspera de vencimento de opções e as ações apresentam comportamento errático.
Qui 12 Nov 2009
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IBOV em pregão marcado pela oscilação fecha com leve alta de 0,19% aos 66.431 pontos, o movimento financeiro foi de expressivos R$ 6,95 Bi.
Em três dias de ganhos, o indicador acumula alta de 3,05%. No mês, o avanço é de 7,94% e, no ano, de 76,91%. Na pontuação mínima de hoje, o Ibovespa atingiu 66.028 pontos (baixa de 0,42%) e, na máxima, 67.170 pontos (alta de 1,31%).
No Brasil, o mercado está de olho no balanço da Petrobras, que será divulgado na sexta-feira à noite. Hoje, os papéis ON da estatal subiram 0,69% e os PN avançaram 0,51%. A estatal anunciou hoje uma nova descoberta de petróleo no Bloco 15/06, no qual possui 5% de participação, nas águas profundas de Angola. Vale ON teve queda de 0,19%, enquanto PNA recuou 0,75%.
A VCP e a Aracruz estão entre as principais altas do Ibovespa na sessão, impulsionadas pelas notícias da China e pela declaração do Goldman Sachs de que as empresas se beneficiarão da baixa oferta de celulose, e conferiu a Fibria - união das duas empresas - a recomendação de compra. Assim, os ativos da VCP atingiram sua maior cotação em duas semanas. Considerando as boas perspectivas para o setor, os ativos da Klabin também avançaram no Ibovespa.
Além disso, destaque para o avanço das ações da AmBev, que subiram na sessão depois de notícia veiculada na mídia que afirmou que a empresa vai aumentar os preços - apoiando a perspectiva “muito positiva” do Credit Suisse para o próximo ano.
Por outro lado, os papéis da MMX estão entre as maiores quedas da sessão, na expectativa da divulgação dos resultados trimestrais da empresa, esperada após o encerramento do pregão. Os ativos da Br Foods também recuaram no Ibovespa, assim como Telesp, Duratex e Embraer.
Bolsas americanas
Os principais índices do mercado de ações dos Estados Unidos fecharam o dia em alta, fortalecidos por comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de Dallas, Richard Fisher, reforçando a perspectiva de manutenção de juros baixos no país.
Em dados ainda preliminares, o índice Dow Jones subiu 0,43%, para 10.291 pontos, a maior pontuação de fechamento do ano. O índice Nasdaq avançou 0,74%, para 2.166 pontos, enquanto o S&P 500 fechou em alta de 0,50%, aos 1.098 pontos.
Ontem à noite, Fisher disse estar ciente da eventual pressão que os juros pequenos exercem sobre o dólar, mas afirmou que vê mais pressões deflacionárias do que inflacionárias sobre a economia dos EUA. Assim, ele alimentou o prognóstico de continuidade da política monetária frouxa no país. Neste cenário, os investidores tendem a se afastar de ativos considerados seguros, como o dólar, em direção aos ativos de maior risco, que incluem as ações, para atingir retorno mais altos.
Durante o dia de hoje, no entanto, o volume de negociações nas Bolsas era baixo, devido em parte ao feriado do Dia do Veterano nos EUA. As informações são da Dow Jones.
Petróleo
As cotações de petróleo fecharam em alta nesta quarta-feira (11), conforme dados sobre as importações chinesas do produto animaram os mercados. Vale lembrar que a China é o segundo maior consumidor mundial de petróleo, atrás apenas dos Estados Unidos.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, encerrou cotada a US$ 77,95, alta de 0,58% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em dezembro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, encerrou a US$ 79,28 por barril, subindo 0,29%
Dólar
Após iniciar o dia com desvalorização em torno de 0,9%, o dólar comercial foi ganhando forças ao longo do pregão, invertendo a tendência negativa durante a tarde. Dessa forma, a moeda fechou esta quarta-feira (11) em alta pela segunda sessão consecutiva, sendo cotada na venda a R$ 1,725 - variação positiva de 0,47%.
(Com dados da AE, Infomoney e Portal IG Economia)
Gráficos (Vídeo)
Qua 11 Nov 2009
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IBOV tem leve alta de 0,13% fechando aos 66.303 pontos, o giro financeiro foi de R$ 6,621, Bi.
Na pontuação mínima do dia, o Ibovespa atingiu 65.706 pontos (baixa de 0,77%) e, na máxima, 66.709 pontos (alta de 0,75%). No mês, o índice acumula elevação de 7,73% e, no ano, de 76,57%.
O Ibovespa passou por uma tímida realização de lucros na maior parte da sessão, acompanhando o desempenho das Bolsas norte-americanas. Nos EUA, a agenda vazia fez com que as Bolsas tivessem um pregão morno. No fim da tarde, a melhora garantiu um pequeno ganho no fechamento da Bovespa.
Para o gestor gerente da Infinity Asset, George Sanders, uma das razões para o sinal negativo na Bovespa ao longo da sessão é o medo dos investidores de que o governo crie novas medidas para conter a queda do dólar. “Não creio que eles adotarão alguma medida que interfira na renda variável, mas o fato é que o investidor estrangeiro não gosta dessa movimentação”, comentou.
Os rumores sobre medidas acabaram adicionando volatilidade ao mercado de ações. Muitas vezes, os investidores acabam comprando papéis no fim do pregão, já que nada foi divulgado ao longo do dia. Hoje, os papéis da Petrobras contribuíram para sustentar o Ibovespa. A ação ON da companhia avançou 1,41%, enquanto a PN subiu 0,89%, apesar do recuo do petróleo.
O setor de petróleo também foi destaque por meio da OGX, que apresentou hoje um novo relatório de recursos potenciais, elaborado pela consultoria DeGolyer & MacNaughton. De acordo com o texto, os recursos potenciais da OGX são de 6,7 bilhões de barris de óleo equivalente.
As ações da Vale, por outro lado, caíram, assim como boa parte dos papéis das siderúrgicas. Vale ON recuou 1,09% e Vale PNA caiu 0,81%.
Os papeis PN da Gerdau subiram 0,89%, enquanto as ações PN da Metalúrgica Gerdau caíram 0,52%.
Bolsas de NY
O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,20%, a 10.247 pontos, acumulando no ano forte alta de 16,76%.
O S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, encerrou o pregão com leve queda de 0,01%, atingindo 1.093 pontos. No entanto, o índice já avançou 21,01% no ano. Já o Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, apresentou desvalorização de 0,14% chegando a 2.151 pontos e totalizando no ano forte avanço de 36,40%.
Bolsas da Europa
Já as bolsas de valores europeias fecharam em baixa nesta terça-feira, quebrando o ciclo de altas dos últimos quatros dias, influenciadas por ações de telecomunicações e de mineradoras. O índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 fechou em baixa de 0,2 por cento, em 1.010,35 pontos.
Petróleo
Sem indicadores de peso na agenda desta terça-feira (10), os mercados de petróleo acompanharam a variação do dólar e o fluxo de notícias para definir sua tendência, levando os preços a fecharem em queda. Um relatório da EIA (Energy Information Administration) durante o dia também serviu de referência para a commodity.
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, encerrou cotada a US$ 77,50, com queda de 0,34% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em dezembro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, encerrou a US$ 79,05 por barril, caindo 0,47%.
Dólar
No mercado cambial, o dólar encerrou o pregão desta terça-feira em alta e acabou com uma série de cinco dias de queda. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 1,717 para venda, em valorização de 0,88% frente ao real. Ontem, a moeda fechou a R$ 1,702.
Na segunda à noite, fonte do Ministério da Fazenda reforçou essas perspectivas informando à Agência Estado que estão em estudo medidas para evitar que o mercado use de derivativos e operações estruturadas para driblar o pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Além disso, fala-se em possível elevação da alíquota.
(Com informações da Reuters, Infomoney e da Agência Estado)
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Como sempre enfatizamos é um estudo e não recomendação de compra ou venda, nosso intuíto é apenas didático.